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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Higurashi no Naku Koro ni - O Sucessor de Elfen Lied?

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Oh Dios! Es Rena! HUYAN!!
A história se passa na pequena vila de Hinamizawa, em 1983. Um jovem só veio para a cidade como um estudante de intercâmbio. O menino de nome Maebara Keiichi. Keiichi começa a viver uma "vida simples", nesta cidade rural onde rapidamente namoradas. Seus quatro companheiros de sala, muito bonito tudo: Mion, Satoko, Rika e Rena (da esquerda para a direita na imagem) rapidamente fez sua primeira classe amigos e companheiros de brincadeira na aldeia, onde se divertir de uma maneira bastante simples e inocente.
Depois foi a vez de a série melhor segundo de 2006, depois de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu, passando pelas minhas mãos lol XD. A premissa é simples: meninas bonitos doces como lolis, mas que, basicamente, pior do que Hannibal Lecter ... que medo ... (Continuação)

Isso mesmo senhoras e senhores, não ser guiado por rostos bonitos ou terminou mal. Esta série realmente ensina a não confiar em qualquer pessoa com um belo sorriso. Higurashi não Naku Koro ni (traduzido seria: "Onde o grito cigarras ...") é uma série de sangue em segundo plano, assim como Elfen Lied, desta vez cheio de reviravoltas psicológicas (pelo menos Lucy não era louco, mas buscou vingança, mas ... aqui está maluco-__-''), mas que por sua vez combina comédia e drama de uma forma que o fez merecedor do título de melhor drama, deslocando gigantes como monstro e conhecida como Elfen Lied. A história tem suas origens em um eroge (já sabe o que é ;)), mas combinado com o hentai gore-sádico ...

Que diabos é isso?

Valiente muchacho...As coisas parecem muito normal em Hinamizawa, mas nem sempre é o caso ... Keiichi começa gradualmente a descobrir um terrível segredo estava escondido no coração das pessoas comuns ... Aparentemente, alguns anos antes de sua chegada tinha empreendido a construção de uma barragem, que foi cancelado por problemas misteriosos ... Assim Keiichi descobre que a violência ocorreu durante a construção. Seqüestro e extorsão. Pessoas desapareceram. Cadáveres desmembrados ...

Hannibal X 4...Lentamente a verdade começa a aparecer antes de Keiichi, como se o destino quiser salvar a sua vida ... e seus queridos amigos, com quem passou memórias inesquecíveis e muito entretenimento em Hinamizawa, parecem ter alguma conexão com o culto do deus Oyashiro-sama ... e não são tão bonitos e inocentes como parecem ser ... Agora começa a batalha de Keiichi para salvar a sua vida, enquanto abrindo caminho através de terríveis segredos e mistérios que se escondem os seus amigos queridos, o povo de Hinamizawa e seu Deus, o terrível Oyashiro-sama ...


O enredo desta grande história é complicada em cada episódio, e dar mais do que uma respingos. Os primeiros episódios são muito engraçados e apresentadores ... mas enquanto ele se aprofunda cada vez mais Hinamizawa Keiichi história ... que por sua vez, diversão e alegria em pânico e terror ... O curioso é que ele tem diferentes "arcos" ou histórias paralelas. Porque dependendo do arco vemos, vemos a história com variações interessantes que nos fazem aprender um pouco mais a cada personagem. Excelente série com uma "obra-prima", que foi antecipada para muitas séries do tipo ... (Para mim, batidas apenas Gantz, e por pouco). Verdadeiramente um acessório que pode ser projetada próximo ciclo 2007-I das mãos de crianças de Anime-H aqui na Universidade. Veja você, e cuidado com as meninas bonitas ...

MION!!! NOOOO...!!

RANKING: --9.7/10-- "Masterpiece" / Sua perfeição não pode ser descrita em palavras ...

Animação Estúdio: Studio DEEN
Capítulos: 26
Gênero: Drama, Terror, Comédia, Mistério, Psicológico
Ano: 2006
Diretor: Chiaki Kon
ABERTURA: "Higurashi no Naku Koro ni (ひぐらし の なく 頃 に)" por Eiko Shimamiya
Fim: "Por que, ou por que não?" Rekka por Hiroyuki Oshima e Katakiri.




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domingo, 20 de janeiro de 2013

Franken Fran diz Sayonara, Bye Bye!

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De uns dias pra cá eu tenho ficado com insônia. Mesmo quando chego muito cansada da faculdade. Mas quem é que quer saber da minha particular? Essas páginas abaixo surgiram justamente minha insônia. Não é nada demais, mas aqui se encontra presente duas coisas que eu gosto. A primeira é de ficar brincando com programinhas de edição. Eu perco horas nisso e sempre me sinto culpada, por perder horas do meu tempo em algo tão inútil, mas me dá prazer e é isso que importa. A segunda é o mangá Franken Fran. Na verdade, nem acho que eu goste tanto assim de Franken Fran, se eu fosse fazer uma lista, dificilmente ele estaria entre os 10 primeiros. Pode não ser tanto assim, mas é um mangá que eu curtir acompanhar e fico realmente feliz de ter concluído uma boa leitura.

Franken Fran chegou ao fim este ano, com 8 volumes ao todo, depois de se publicado nas páginas da revista shounen Champion Red (Akita Shoten), casa de Saint Seiya Episode G e Shigurui. Você já imaginou se o monstro do romance de Frankenstein fosse uma linda garota, mas com as habilidades do Dr. Black Jack? Franken Fran, de Katsuhisa Kigitsu (é homem, gente), aborda o lado da ciência marginal. Conhecida como Ciência Fringe, que é como se define ideias abordadas em um campo de estudo que foge dos limites ortodoxos da verdadeira Ciência, como por exemplo, viagens no tempo. Com isso, grande parte da ciência presente em Franken, é verdadeira, a outra é algo que foge completamente para o campo teórico e especulativo. Mas Katsuhisa nunca deixou que sua história se tornasse um projeto acadêmico, nem mesmo sua personagem principal, Fran Madaraki, é o grande centro das atenções. Pelo contrário, ela sempre foi o catalizador de tudo.

Franken teve diversas histórias geniais, outras nem tanto. Histórias com desfechos meio tristinhos, hilárias, contemplativas e inusitadas, formam o excêntrico cardápio desta obra. De todas as histórias, a que mais me marcou foi a do capítulo 2. Não pela história em si, pois o mote em Franken Fran é sempre algo meio reflexivo, onde a ação sempre parte da atitude intempestiva de algum personagem.   Seres humanos querem ter seus desejos concedidos, não importando o quê, mas se esquecem de que a vida tem suas próprias regras. Mas foi hilário ver a reação da garotinha, que acabara de acordar em um corpo de centopeia. Também é o quadro preferido do autor, segundo ele mesmo. Katsuhisa sobre trabalhar essa dualidade humana muito bem em seus personagens. Mesmo a Fran, que é um amor de personagem, sendo quase impossível não se encantar por ela, não é completamente boazinha. Ela faz o que ela acha que é certo, muitas vezes ignorando os efeitos de seus atos. A maneira de pensar da Fran é interessante. Toda vida é preciosa. Se o cérebro funciona, então ela pode fazer a cirurgia, não importa o tipo de aberração que a pessoa irá virar.

Franken Fran pode ser comparado a um livro cabeceira. Sempre dá pra voltar ali e abrir em alguma parte e se satisfazer. Discordo de quem diz que Katsuhisa pouco arriscou e não aproveitou todo o potencial da obra. Acredito que ele foi, além disso, e se deixou experimentar. Provavelmente, ele foi o que mais se divertiu nessa história toda, se utilizando de toda sua criatividade. E com tantos personagens de personalidade marcantes, como a amável e silenciosa assassina, Veronica, guarda costas da Fran. É incrível como uma personagem tão ingênua e doce, possa se divertir matando daquela forma. Okita, o que talvez fosse aqui uma tentativa de ser o par romântico da Fran. Ele é uma cabeça humana, num corpo de cachorro. Sempre se mostrou adorável e sua interação com a Fran, sempre rendia risadas comedidas. Até mesmo a Adorea, uma personagem que passa a maior parte da história enfaixada, por ser constituída de centenas de tentáculos. No fim das contas, depois de tantas histórias, é impossível não sentir afeição por aqueles personagens. Por isso, o último capítulo de Franken Fran soa tão nostálgico e termina na parte onde todos aqueles que acompanhariam, ansiavam. Terminou da mesma forma que começou; Ou seja, em algum momento randômico. E você pode enfim fechar a página e soltar um sorriso. Afinal, valeu a pena todos os 8 volumes, até então.


Fonte: Elfen Lied Brasil
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Jigoku Shoujo Live-action

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もしもし pessoas ,esse post eu consegui achar mais um live-action para vocês, como algumas postagens anteriores como do Death Note ou do Blood:the last vampire ,dessa vez e do anime Jigoku Shoujo ,que foi um dos melhores animes que eu ja vi, divirtam-se :)

[Jigoku+Shoujo.jpg]

Sinopse:
Hospedado em algum servidor do Inferno está o Correio Infernal, um site que, misteriosamente, só pode ser acessado à meia-noite em ponto. Quem tem o nome escrito nesse site é vítima da Garota Infernal, e tem sua alma levada diretamente para o Inferno. Esse boato, muito comum entre os jovens, na verdade é bem real. Pouco se sabe sobre Enma Ai, a Garota Infernal, exceto que, uma vez tendo seu nome escrito no site, você não tem escapatória.
Baseado no anime produzido pela Aniplex.


Trailer:
  

Dados do Filme:
Título Original: A Garota Infernal (A Garota do Inferno)
Gênero: Horror
Lançamento: 2007
País de Origem: Japão
Duração: 24 minutos cada episódio
Diretor: Makoto Naganuma

Elenco:
Iwata Sayuri
Sugimoto Aya
Kato Kazuki
Ogura Hisahiro
Irie Saaya
Nishimura Kazuhiko
Odaka Anna
Asaoka Megumi
Konno Narumi
Ochiai Motoki
Matsuzawa Kazuyuki
Oonishi Asae
Suzuki Sachiko
Tsuda Kanji
Hoshi Yoko
Matsuda Nanase
Kanayama Kazuhiko
Ishiyama Teruo
Yoshino Kimika
Watanabe Tetsu
Sano Daiki
Fujimori Mayu
Ishii Meguru
Shouji Megumi
Akahori Sachio
Nishino Taeko
Matsukaze Masaya
Mitamura Kenji
Tsuruoka Osamu
Takamatsu Hideo
Sekiguchi Mihoko
Nozoe Yoshihiro
Iwasa Mayuko
Okada Keita
Oshima Yoko
Kurashina Kana
Suzuki Yuuna
Kasahara Shinji
Kitaoka Ryuki
Tanaka Yoji
Otsuka Chika

Dados do Arquivo:Servidores: Vários
Tamanho: 70MB cada episódio.
Formato do arquivo: Rar
Formato do Video: Avi
Idioma do Audio: Japonês
Legenda: Português
Codec do video: XviD
Codec do audio: MP3
Resolução: 640 x 352
Taxa de frames: 23.976
Qualidade do Vídeo: DvdRip

Links dos arquivos:
Episódio 01 - 1 2
Episódio 02 - 1 2
Episódio 03 - 1 2
Episódio 04 - 1 2
Episódio 05 - 1 2
Episódio 06 - 1 2
Episódio 07 - 1 2
Episódio 08 - 1 2
Episódio 09 - 1 2
Episódio 10 - 1 2
Episódio 11 - 1 2
Episódio 12 - 1 2
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domingo, 2 de dezembro de 2012

Boogiepop Phantom – um Anime pra lá de Complexo

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もしもし(Moshimoshi) povo,esse post eu recomendo um anime muito bom,que eu ate comentei top 10 de anime de terror. Por ser uma história pra lá de complexa * Sendo comparada a Serial Experiments Lain, esse foi o motivo real da minha dúvida. Um dos fatores a pensar sobre BPP * Abreviando do nome Boogiepop Phantom, é a questão do anime inteiro com os seus 12 episódios não contar com um personagem principal efetivo. Tudo em torno do mesmo, narram os fatos à partir de cronologias de tempo, que cabe ao telespectador a façanha de ligar os pontos que fazem entender a trama. Isso é um pouco complexo de cara, mas a verdadeira obra-prima deste anime é justamente esse. Montar o quebra-cabeças da sua história.
A história gira em torno após um feixe de luz surgir em uma cidade. Logo após esse fato, tudo começa a mudar na vida das pessoas que viram esta luz ou aquelas, envolvidas nisto. No 1º episódio, aparece uma menina bastante tímida chamada Moto. Até então, todos podem pensar : Essa é a protagonista da história. Na verdade, foi a que mais sumiu no anime. Os personagens que mais aparecem é a morte em si, caracterizada pelo nome de Boogiepop Phantom e uma estudante que volta e meia aparece tentando ligar os pontos à partir das mortes de outros alunos e situações do tipo.
É um anime complexo. As cenas às vezes voltam. É uma cronologia que não necessariamente seguem uma ordem. Elas mudam entre o que é após isso ou antes, cabendo a quem vê ligar os pontos com os personagens e entender o que está acontecendo. O anime tem uma cor meio retrô. Não são cores vivas ou algo do tipo, mais uma vez lembrando Lain. São cores como se estivessem volta e meia no passado mesmo sendo narradas ou uma história documentada. * Uma visão que eu particulamente tive.
Uma outra questão sobre o anime fica em torno de sua filosofia. O passado fica evidenciado não só como uma lembrança, mas como algo que não pode ser perdido. À partir do momento que você começa a se questionar demais sobre isso, a figura de uma criança vestida de arqueiro ou algo do gênero, lhe entrega um balão, na qual você desliga do seu mundo real e vai para o mesmo plano de quando você era uma criança. O sentido seria, não apague da sua memória as boas lembranças, não deixe o seu passado para trás, ou fique preso nele para sempre. Como muitos ali ficaram. Isto é complexo, por ser filosofia e cada um teria o seu ponto de vista. Mas, o passado no anime não é mostrado como nostalgia apenas ou algo bom. É mostrado que você hoje em dia é um adulto e não tem mais aquele sentimento puro de uma criança. Nas cenas finais mostra o grupo de crianças falando mais alto. É um adulto! Isso seria uma onfensa para elas, perdendo esta qualidade que as tiveram “presas por lá”.
Não somente isso. O anime tem ótimas cenas, envolve uma trama interessante e ótima para quem pretende ver outros gêneros no campo da animação e afins. Lembra um pouco Lost pelo lado dos personagens. Cada um é ligado pelo outro sem o mesmo saber às vezes. É uma teia de aranha assim vamos dizer, que o telespectador precisa ligar. Por que o anime, não se preocupa em explicar isso. * Para mim, um ponto forte. Pois melhor um anime que você pense ou queime o cérebro de tanto pensar, do que uns que só ficam em porradinhas e lutas sem precisar entender ou pensar em nada. Nada contra, mas anime de verdade não é somente isso aí não. Um bom anime, você pensa, analisa e tira as suas próprias conclusões. E isso, é o caso de Boogiepop Phantom.
O anime possui 12 episódios, sendo transmitido aqui no Brasil pelo saudoso canal Lomocomotion e no Japão, exibido na TV Tokyo de 6 de janeiro de 2000 até 21 de março de 2000.
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sábado, 1 de dezembro de 2012

Trailer do Filme de Ao no Exorcist

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Filme de Ao no Exorcist
Divulgado primeiro trailer do filme de Ao no Exorcist.
O site oficial do filme de Ao no Exorcist divulgou o primeiro trailer com apenas 30 segundos. A história do filme será uma continuação direta dos acontecimentos do último episódio do anime quando Rin com a ajuda de seu irmão e amigos impedem que Satã domine a terra. Confira o trailer abaixo:
O filme irá contar com a mesma equipe que trabalhou no anime e tem data de estreia para 28 de Dezembro desse ano.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vendemiaire no Tsubasa: O Início De Mohiro Kitoh Como Autor Séries Psicológicas

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Mohiro Kitoh é conhecido por explorar exaustivamente o lado psicológico em suas histórias, que possuem como característica, o aspecto trágico. Tem como tema de todas as suas histórias, a crueldade humana e suas vulnerabilidades – Mas é em sua abordagem, que ele se diferencia de autores como Lynn Okamoto, que não é conhecido por suas sutilezas.

Uma série como Naru Taru por exemplo, onde um grupo de meninas de 11 anos enfia um vidro de ensaio na vagina da outra, além de pisarem em seu estômago, é desenvolvida aqui de forma natural pelas mãos habilidosas de Kitoh. Com suas histórias permeadas de violência gráfica e sexo, envolvendo quase sempre crianças – Esses elementos acabam se tornando um meio e não o fim. O que me atraiu em suas histórias foi sem dúvidas a forma como ele retrata a natureza humana. Ele pode ter dois personagens iguais, que agem perfeitamente iguais (como podemos ver em Vandemiairu) mas lhes dar razões diferentes para os mesmos, assim como estes personagens podem estar nas mesmas situações e agir de forma diferente.

Ainda que haja bastantes elementos de fantasia em suas histórias, as expressões e atitudes dos personagens soam como sendo muito reais. Isso graças a sutileza com que ele ilustra isso. Seu traçado é simples, suas personagens não possuem curvas estonteantes, nem grandes atrativos sexuais. O que é bem típico do Kitoh; não se preocupar com aspectos estilísticos, mas apesar disso, sempre trazer um tom realístico impregnado no roteiro fantasioso com crianças em corpos delgados, lidando com assuntos do mundo adulto.

Ainda que Kitoh seja um “monstro” dos quadrinhos, com histórias repletas de tensão e brutalidade, com sangue e tripas voando e manchando as páginas – Ou sem a violência gráfica, mas ainda apresentando um show de tortura e brutalidade psicológica, ele também consegue produzir coisas bem mais intimistas e tranquilas, algo mais voltado para o cotidiano como se vê em algumas de suas histórias curtas.

Kitoh, como a maioria de seus colegas mangakás, se expõe bem pouco, assim como também como muitos começou fazendo histórias curtas para antologias shounens. Sua primeira história foi Zansho - Summer Heat, que calma como uma pequena maré que deságua na praia, traz com toda a delicadeza uma insinuante história sobre incesto – Que foi publicada na Shounen Sunday da editora Shogakukan em 1987, ainda sob o pseudônimo de “Tomohiro Kito”. Em 2004, Zensho ganharia uma versão encadernada contando com todas as histórias curtas do autor publicadas em anos anteriores nas revistas da editora. Depois da curta história de Zensho, levaria alguns anos até ele publicar Sanchome Kosaten Denshinbashira no Ue no Kanojo, em 1994 na Shounen Champion, mas dessa vez sob um novo pseudônimo; “Shiji Kito”.

Em 2008 ele começa o violento thriller protagonizado por crianças pré-púberes; Naru Taru, conhecido pela galera como o“Pokémon do mal”. O mangá de 10 volumes concluído em 2003, ganhou uma polêmica versão em anime pelo desconhecido estúdio Planet, para o canal de TV Kids Station. Espantoso, claro, afinal o conteúdo de Natu Taru é fortíssimo por si só, imagine vinculado numa grade infantil da sempre puritana TV aberta japonesa. Deu o que falar e com razão. Mesmo anos depois, quando Tsubasa Reservoir Chronicle foi ao ar na estatal NHK (o mesmo canal que exibiu originalmente Sakura Card Captor), acabou por ser cancelado depois de segunda temporada, devido ao teor de violência que a história do grupo CLAMP, havia alcançado em sua reta final, ainda que nem se aproximava do show de brutalidade de Naru Taru. O mangá que começou a ser lançado nos EUA, obviamente logo foi cancelado quando os editores perceberam que não se tratava de uma história nada infantil. A história sobre delinquência juvenil, veio adaptada pelas mãos do sempre ótimo e afiado Chiaki Konaka, que também nos trouxe os cultuados Big O,Serial Experiments Lain e Texhnolyze. Naru Taru também tem sua pegada cult, ou pseudo-cult como preferirem, com uma história onde crianças descobrem bichinhos de olhos enormes, que podem, além de se transformarem em qualquer coisa que o dono queira, transmitir e receber sensações. Os bichinhos possuem aparência fofa e a própriaabertura do anime, tem um feeling bem infantil. O problema começa quando crianças delinquentes e sociopatas também adquirem as estranhas criaturinhas. Foi com esse anime que eu me descobri apaixonada por Kitoh, pois depois de assistir uma história tão densa, quis pegar o original e acabei descobrindo um universo extremamente interessante traçado pelo autor.

Em 2003 ele começa sua série mais famosa; Bokurano. Eu demorei um pouco pra descobri este, que apesar de sempre ouvir falar e ser recomendado por ai, acabei não prestando atenção no nome do autor. Daí foi um choque quando descobri que se tratava do mesmo mangaká! Apesar de ainda (até o presente momento que escrevo este post) estar lendo este mangá, realmente já é perceptível se tratar mais muito mais sobre a psicologia humana do que propriamente sobre mechas, como comentado pelo Mangás Undergrounds e reafirmado pela @Josi em seu post no Nahel Argama. Dizem as más línguas que Bokurano é uma versão mais eficiente e desconhecida do que foi Evangelion– Não cabe agora entrar nesse mérito, mas sim, a série consegue quebrar a ideia que temos internamente do que é um robô gigante pilotado por uma criança.


Apesar de Kitoh ter sido proibido pelos editores da Shogakukan de publicar o epílogo da série, pra evitar polêmica pelo seu teor de violência, Bokurano como um todo é uma série bem fácil de ser digerida pelo público médio, por não ser tão violenta e sem muito derramamento de sangue, ainda que bem forte psicologicamente.

Porém, ele só passou a assinar como Mohiro Kitoh, em 1996 com sua terceira história publicada; Vendemiaire no Miigite. De 96 à meados de 98, ele publicou vários desses contos para a antologia Afternoon, da editora Kodansha. Ao todo, Vendemiaire no Tsubasa possui 8 contos adoraveis distribuidos entre os seus 2 volumes. Vendemiaire são seres artificiais, possuem asas mas não são anjos, já que possuem um corpo mecânico, porém também não são máquinas, pos elas possuem almas. Só que não são humanas. Elas possuem uma aparência frágil, mas por outro lado, são imortais.

Em cada uma dessas histórias entrelaçadas, que ora se ligam uma à outra, ora se distiguem completamente, se passam em um mundo bem ao estilo da Europa do inicio do século 20, com seus veículos típicos, onde os aviões ainda eram uma novidade encantadora e os balões ainda tinham um espaço no céu como veículos dirigiveis. Essas histórias que vagamente se relacionam entre si, onde temos uma boneca chamada Vendemiaire [que vem à vida pelas mãos de algum homem, na maioria das vezes, mal intencionado e a escravizando] se relacionando – nem sempre sexualmente ou romanticamente - com algum garoto. Geralmente eles tentam obter a liberdade de Vendemiaire, que ora tem asas brancas, ora negras. Ora é doce e gentil, ora geniosa e manipuladora. Sempre temos aviões simbolizando a liberdade idealizada pelos homens e numa época de revolução indústrial, os homens ainda nutriam um sentimento bem forte de dominar os ares – Uma época onde se tentava voar com asas falsas [que levava o sujeito em um vôo direto para a morte – Algo que era bem abordado pelas saudosas novelas de realismo fantástico, como O Bem Amado (1973) ou Saramandaia (1976)], as próprias Vendemiaires não podiam usar suas asas para alçarem vôos, pois com elas não podiam voar e caso tentassem o destino geralmente era se quebrar completamente. Aqui nós temos uma métafora usada por Kitoh sobre liberdade, onde as asas representam esse sonho, juntamente com as Vendemiaires sempre tidas como propriedade particular. Ele faz questão de destar isso sempre através da narrativa, na maioria das vezes de forma camuflada, seja nos diálogos ou no cenário das histórias.


Aliás, a na última história, temos uma continuação direta do primeiro conto, com um desfecho nada menos que muito poético simbolizando a liberdade.

Vendemiaire no Tsubasa se caracteriza pelo toque filosófico e poético, além de sua crítica sútil. Kitoh tem uma incrível habilidade com histórias de conteúdo episódico, como se faz notar aqui. Como pode ser visto em Bokurano, aqui ele mostra essa habilidade natural em desenvolver histórias, sem se preocupar com a continuidade, que ainda assim de alguma forma, elas se interligam entre si. Nessa série, seu traço ainda não é tão consistente quanto nas mais recentes, mas ainda que não esteja tão refinado, consegue ser atraente dentro do contexto das tramas. Aliás, aqui, apesar de termos histórias mais leves, sobre o dia a dia, já possuem um tom impregnado de obscuridade retratado com delicadeza, que afinal é a marca do autor.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Top 10 - Animes mais assustadores

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Olá caros fãs de Anime Crush ,nessa postagem foi feita uma lista inspirada nos animes de terror ,nessa lista vamos mostrar em destaque para os animes mais sombrios e que flertam com o terror psicológico,vejam abaixo:


01-Ghost Hound - (神霊狩)
-
Ocultismo, trama bem elaborada e trilha sonora envolvente.
Nota: 10


Gênero: Suspense, Terror, Drama
Tipo: Anime
Episódios: 22
Exibição: 2007
Diretor: Ryutaro Nakamura
Roteiro: Masamune Shirow (idéia original), Chiaki Konaka (composição do roteiro)
Estúdio: Production I.G

Taro, Makoto e Masayuki, três garotos com um passado traumático que terão que aprender á deixar as diferenças de lado e que vivem experiências fantasticas entre dois mundos distintos. No entanto, o mundo invisivel não é meramente uma cópia do mundo real. Esse mundo é onde residem fanstasmas, mas o que aconteceria se eles conseguissem passar para o mundo real? Os efeitos seriam imprevisiveis. Mas eles conseguem transitar livrimente entre os dois mundos e começam á explora-lo em suas experiências extracorporais. Siga Tato, Makoto e Masayuki em suas tentativas de desvendar um grande mistério.  


Ghost Hound foi um anime produzido para comemorar os vinte anos do estúdio Production I.G., que teve como idealizador do projeto, Shirow Masamune (sim, o cara responsável pelo filme Ghost in the Shell) e Chiaki Konaka, o cara por trás de Lain e Tehxnolyze. Tá, agora pense só nas "viagens" e maluquices que ele não poderia inserir nesse novo anime. E não foi que ele conseguiu se superar (^.^), mas mesmo com episódios surreais e uma trama inteligente e instigante, Ghost Hound passa longe de ser um anime psicodélico e de difícil compreensão como Lain e Tehxnolyze. A trama do anime é linear e consegue motivar e prender quem assiste, instigando-o pelo próximo episódio. O terror se mostra de sútil, sem aquela precipitação de querer forçar a barra com clichês bobos e o ambiente colocabora bastante para fazer de Ghost Hound um otimo anime para quem procura algo mais sombrio e que brinque com temas polêmicos (como experiências extra-corpóreas) e provoque nosso sentido mais perigoso; a curiosidade.


Acho que, para os fanáticos por shounens porradaria ou que gostem de tramas mais ageis, a experiência de se assistir á esse anime não deve ser muito agradavel, tendo em vista que o desenvolvimente do enredo é lento. Particularmente eu não vejo problema nisso, desde que seja interessante, o problema está quando o desenvolvimento é lento e recheado de abobrinhas (:x).


Há uma base cientifica no anime para todos os eventos sobrenaturais, mesmo o enredo todo parecendo uma viagem de LSD, o que é muito bom, pois não tem a possibilidade de você ter que ficar quebrando a cabeça pra encontrar uma resposta razoavél e satisfátoria para tudo que acontece ali.

Á primeira vista ele pode parecer estranho como Boogiepop Phantom, mas cada episódio é como uma sobremesa, que quando você assusta já está chupando os dedos. O terror é transmitido de forma psicologica (o que é muito mais interessante) e a presença do gore é quase nula. A trilha sonora é maravilhosa, conta com o tema "Poltergeist", o que dá um toque diferenciado e já deixa quem vai assistir no clima, os personagens são todos muito interessantes e cada um tem sua história, que até certo ponto justifica a forma como agem.



"Dizem que, com treinamento, uma pessoa pode viajar pelos sonhos da outra, porém, Francis Crick, um pesquisador de sonhos, diz que sonhos não têm significado, que são o produto da remoção de informações triviais do telencéfalo (parte do cérebro responsável pela memória). Sonhos, suas formas e o mundo que existe neles. O mundo escondido."


02-Boogiepop Phantom (ブギーポップは笑わない)
-Complexo, perfeito.
Nota: 10

Gênero: Suspense, Terror, Drama
Tipo: Anime
Episódios:12
Exibição: 2000
Diretor: Takashi Watanabe
Roteiro: Rokuro Niga, Sadayuki Murai, Seishi Minakami, Yasuyuki Nojiri
Estúdio: MadHouse


Há 5 anos, uma onda de assassinatos em série parou tão de repente como começou. Enquanto que 1 mês atrás, um feixe de luz brilhante ilumina o céu sobre Tokyo, parecendo afetar determinados adolescentes da vizinhança que acabam ficando com poderes especiais. Isto é acompanhado também de misteriosos desaparecimentos que parecem ser reminiscência do passado. Poderia a lenda urbana de Boogiepop, a incorporação da morte, ser verdadeira?


Um fantasma, uma garota capaz de resgatar memórias perdidas, um garoto capaz de trazer esperança e felicidade, um humano composto, uma solitária estudante que investiga os acontecimentos estranhos que acontecem na cidade, estranhos fenômenos...esses são os principais elementos que formam Boogiepop Phantom.


Esse anime tem uma linha de tempo incrivelmente instável, vários personagens, enredo fascinante e tão complexo quando o de Serial experiments Lain. Boogiepop Phantom ou a "Encarnação da morte, apesar de ser constantemente comparado á Lain, na minha humilde opinião consegue consegue ser melhor tecnicamente. Não é um anime de fácil entendimento e os que se arriscarem á ver, terão vários neurônios queimados depois de te-lo assistido. 


Os episódios parecem quebra-cabeças, e na medida em que você vai assistindo-os, é como se juntasse peça por peça. Assim como um quebra-cabeças, no inicio é difícil saber do que se trata e você se sente perdido, mas cada episódio assistido, corresponde a uma peça encaixada.  Quanto mais peças você conseguir encaixar, mais fácil se torna entender a trama e saber do que ela se trata. Mesmo que não pareça no inicio, todas as tramas e suas personagens estão entrelaçadas. Cada episodio é centrado em determinado personagem...as vezes dois ou três personagens ao mesmo tempo, contando a história de cada um, história essa que esta interligada diretamente com outro personagem e assim por diante.



"A dificuldade já começa ao tentar definir seu gênero. A maioria a chama de suspense, alguns de terror, mas o gênero que parece melhor se encaixar é "psycho". Sim, como Lain e Evangelion, é de dar nós na mente. É imperativo prestar atenção em cada cena, pois um único detalhe perdido pode fazer falta no final." - Palavras do Guilherme Merschmann do AnimeHaus e que traduz perfeitamente o que penso. A trilha sonora já é um convite á parte e se mesmo assim ainda não estiver convencido do potencial de Boogiepop, basta ler qualquer resenha por ai para se convencer. MadHouse mostra nesse anime, o motivo de ser um dos melhores estúdios do Japão, os episódios tem tons bem escuros, em certos momentos aparece uma espécie de bruma ao redor da tela, dando uma visão túnel. A atmosfera do anime é realmente de causar medo e espanto de tão bom. O brilho reduzido, somado com as depressões dos personagens, foram projetados para deixar o anime como um terror psicológico e a equipe de produção comentou posteriormente que o jogo de cores foi mais eficaz do que eles tinham imaginado inicialmente e ficaram surpreendidos com o aspecto sombrio que a série acabou.

O fato dos personagens serem idênticos aos de Serial Experiments Lain, não é por acaso, já que ambos os traços pertencem á Sadayuki Murai, que desenvolveu o conceito e escreveu o roteiro do anime e do live-action de Boogiepop. Originalmente Boogiepop Phantom, foi baseado da série de ligh novels, que era somente "Boogiepop", a franquia ainda ganhou uma adaptação para mangá, filme live-action, CD's drama. O anime foi baseado na ligh novel mas seguiu um roteiro original, mas ainda assim para você entender algumas coisas, será preciso ler a ligh novel, que é possível encontrar em inlês ou fazer uma boa pesquisa atrás de um matéria bem explicativa sobre o anime, me disseram que existe algo assim por ai.  Fiquei com vontade de falar mais, porém iria ficar enorme esse texto, então fica assim.

                                                                                                                            
                       03-Ookami Kakushi (おおかみかくし)


- O traço é lindo e a trilha sonora é ótima. O encerramento é tão criativo quanto o de Higurashi. Alias,traço de Higurashi merecia algo assim...
Nota: 9


Gênero: Terror, Mistério, Drama
Tipo: Anime
Episódios: 12
Exibição: 2010
Diretor: Nobuhiro Takamoto
Arte:  Karin Suzuragi
Roteiro: Touko Machida
Estúdio: AIC

Seria um deus?Ou seria um lobo?
Uma lei secreta na parte antiga da cidade… traz junto morte e mistério.
É o verão de 1983. Dez histórias, interligadas pelos pensamentos das pessoas submetidas a repetidos pesadelos…


O que vem a ser a possível verdade desse lugar?
Um garoto de 16 anos, Hiroshi Kozumi, se muda para uma cidade na proximidade das montanhas.
A cidade é separada pela Cidade Nova e a Cidade Velha, e muitos misteriosos e cultos locais ainda permanecem lá.


Apesar de um pouco confuso, Kozumi anda aproveitando sua nova vida.
Porém, uma pessoa mantém distância dele: a representante de classe Kushinada Nemuru.
Em um de seus poucos desencontros, ela dá um conselho a ele: “Fique longe da Cidade Velha”.


Para quem gostou da música do encerramento

Certo, essa é a sinopse de Ookami Kakushi, mais recente anime do criador de Higurashi No Naku Koro Ni e Umineko No Naku Koro Ni, o troll Ryukishi 07. Tenho certeza que desperta a curiosidade de qualquer um que a leia, não estou errada, ou estou? Mas o anime é alvo de muitas criticas, a maioria delas vem dos fãs que conhecem a obra original, ou seja, a visual novel para PSP ao qual o anime se originou. Mas não estou aqui falar sobre a novel e seu incrivel roteiro que, infelismente se perdeu bastante no anime.

Maaaas...eu tenho que dizer que, mesmo com uma incrivel perda por parte da adaptação, Ookami Kakushi conseguiu se superar. Assim como Higurashi que também perdeu muito de seu potencial original, Ooakami Kakushi é um otimo anime, principalmente para os ditos "leigos" que nem sabem que existe uma visual novel. Isso graças a história que é muito boa.

O inicio, como bem dito pelos critico, é bem enrolado sim, principalmente para um anime de 12 episódios. Mas as deixas dadas nos primeiros episódios por alguns personagens, é mais do
que suficiente para prender quem assiste a um clima crescente de mistério e suspense. Não fecho os olhos para os pontos negativos, que alias não são poucos. Clichês, alguns diálogos chatos, fan-service bobo (bem, pelo menos não teve nudez), enrrolação e mais enrrolação, sendo que tinha muito, mas muita história pra contar. Mas, no meio de tantos animes que atualmente tentam manter um clima de suspense e terror sem conseguir, Ookami Kakushi se sobressai, pois o roteiro é foda, simples.



Evitei de falar aqui sobre o enredo, pois gostei tanto que com certeza iria soltar spoilers. Assistindo Ookami Kakushi, eu lembrei de alguns filmes de terror americanos, sabe aqueles que um grupo de jovens, acaba por algum motivo indo parar em uma cidade pequena, com habitantes mistériosos? Então...dai da pra perceber que esse tipo de trama já extremamente batida, mas eu penso que, não importa quantas vezes uma história já foi contada. Ela sempre parecerá interessante e até mesmo surpreendente, dependendo de quem a conta. É é por esse motivo que sou uma fangirl do mangá de Highschool of the Dead. Recomendo o mangá, para quem gostou do anime, mas achou que ficou faltando algo. 



"É muito estranho. Alguma coisa está sendo escondida. É como se toda a cidade estivesse mantendo um segredo. Mas eu não sei o que é esse segredo."

                                  04-Mononoke - (モノノ怪)
- A arte desse anime é incrivel. Se prepare para soltar a imaginação ^.^
Nota: 9

Gênero: Terror, Mistério, Fantasia
Tipo: Anime
Episódios: 12
Exibição: 2007
Diretor: Kenji Nakamura
Roteiro: Kazuhiro Furuhashi (Umibouzu), Kenji Nakamura (Zashiki Warashi 1), Sumio Watanabe (Zashiki Warashi 2)
Estúdio: Toei Animation 

Mononoke é um spin-off do arco da história Bakeneko de Ayakashi - Japanese Classic Horror. Segue-se o vendedor Medicina como ele lida com os vários espíritos ou "Mononoke" no Japão feudal. Assim como na história Bakeneko, ele combate com uma série de ferramentas e seu vasto conhecimento do sobrenatural ao seu lado, mas só pode matar o Mononoke quando ele descobre sua forma (Katachi), a verdade por trás de sua aparência (Makoto) e razão para seu comportamento incomum (Kotowari).Por outras palavras: Verdade e arrependimento.


Mononoke é um produção do estúdio Toei, e tenho que dizer que é uma baita produção para o conceituado Noitamina (mesmo programa que está exibindo Shiki) da Tv Fuji. Esse é um spin-off de Ayakashi Bakeneko, uma das três histórias apresentadas no anime Japanase Classic Horror e que foi exibido na mesma emissora. Se trata de uma continuação indireta, assim sendo, não é nescessário assistir os três primeiros episódios de sua história no anime de Japanese Classic Horror para se entender Mononoke. 


O anime contém 5 contos, cada um com seu Mononoke que precisa ser exorcizado e cada um baseado em uma criatura do folclore japonês. O mais interessante é que o anime não é padronizado, tipo Ghost Hunt e Psychic Detective Yakumo (que é recomendo, por ser muito bom), que consistem um método de investigação, cada conto possui seu próprio estilo de narração e depois de alguns episódios, você ficara querendo descobri as causas, motivos e razões pra aquilo tudo estar acontecendo. 


Se o designer de Ayakashi Bakeneko já era exótico, esse então...mas com um detalhe: está muito mais bonito, a riqueza de detalhes é impressionante. E ao contrário do primeiro, o enredo de Mononoke está muito mais tenebroso, mas claro, sem perder o ar competentemente colorido do anime. Ah sim, foi agregado um ar psicológico ao anime que ficou muito bacana, difícil identificar o que é alucinação e realidade ali, se a cena se passa no presente ou é apenas flashback. Sim, é um pecado não assistir esse anime, tanto pela animação, quanto pelo roteiro, trilha sonora e personagens, uma verdadeira obra de arte. O anime parece, que esta sendo legendado para o português pelo fansubAbout, mas é possível encontrar todos os episódios em inglês (para quem não conhe e tenha se interessado).




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05-Vampire Hunter D - (D吸血鬼ハンタ)
Nota: 8,5

Gênero: Horror, Ação, Drama
Tipo: Filme
Exibição: 1985
Diretor: Toyoo Ashida
Estúdio: Ashi Productions / MOVIC


Esse é um filme é bastante escuro, lembrando bastante aqueles filmes de terror da década de 80. Fazia tempos que não assistia um anime sobre vampiros e não me decepcionei, mas também seria difícil já que este pertence a era clássica dos animes.  Sim, esse filme é considerado uma clássico nos EUA, foi um dos primeiros animes a serem lançados fora do Japão.

Enguanto fazia sua ronda, Doris Lang (17 anos), filha de um caçador de lobisomem já falecido, é atacada por conde Magnus Lee. Este que é dito ser um vampiro aristocrata que já vive á mais de 10.000 anos, vivendo tanto tempo assim é meio obvio que o tédio deve ser freqüente,  e sempre que isso acontece, ele sai á procura de jovens donzelas para poder se divertir-com elas (leia-se morder o pescoço das infelizes) até enjoar. Doris mais tarde, encontra um misterioso cavaleiro, que ela descobre se tratar de um caçador de vampiros e o contrata para acabar com Conde Lee. D aceita prontamente a missão.


O jovem caçador e Doris, se envolvem um conflito com Conde Lee, sua filha Ramika, o muntante que deseja fazer parte da linhagem nobre dos vampiros; Rei Ginsei, e Rohman Greco, filho do prefeito da cidade, que deseja possuir Doris de qualquer maneira. Logo sendo esnobado, conta a todos da cidade que a jovem garota teria sido mordida por Conde Lee, o que faz com que todos começem á ignora-la. D aparenta se sentir tocado por Doris, mas não há tempo para romances, uma vez que Conde Lee deseja ter Doris como esposa e fará de tudo para alcançar esse objetivo. Na contramão Ramika, não quer que uma simples camponesa faça parte de uma familia aristocrata como os Lee, e tentara mata-la á qualquer custo.


Como podem ver, a trama flui rapidamente, o que me deixou um pouco surpresa, uma vez que é normal que em filmes, tudo começe a ficar corrido mais para o final. Mas em Vampire Hunter, há ação em todo momento. Com um clima gótico, pouco sangue e muitos dentes a mostra, a mesma frase usada para o segundo filme da série, também vale para esse: "é uma fantástica obra de terror, que injeta um pouco de vida nas batidas histórias sobre vampiros. Ótimos personagens, excelente ritmo, uma história empolgante e visual de cair o queixo (Macelo Reis)" - Claro que, para um filme da época, certo? E eu gosto bastante da ambientação escura em filmes do gênero. O único fan-service presente, foi em dois momentos onde os seios de Doris apareçem e quando ela esta tomando banho. Mas nada vulgar, pelo contrario.


O filme é baseado no livro Vampire Hunter D, de Hideyuki Kikuchi e que também ganhou um segundo filme que aparentemente não tem nenhuma ligação com o primeiro de 1985, adaptação em mangás e Visual Novels. O segundo filme "Vampire Hunter D: Bloodlust", que é uma co-produção entre Estúdios do Japão e dos EUA. Confesso que ainda não assisti esse segundo filme, por um pouco de preconceito, já que as vozes são todas no idioma inglês e não há uma versão japonesa. Bem, os poucos animes que vi com dublagem americana, era algo muito bizarro, mas dizem que esse é uma exceção e pretendo assisti-lo em breve. Esse segundo filme é de 2000 e com certeza tem uma qualidade tecnica bem superior.

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06-Ghost Hunt - (ゴーストハント)
-O anime existe capitulos isolados, que duram em media 3 episodios, podendo ter tambem episodios isolados.
Nota: 8,5

Gênero: Suspense, Terror, Drama, comédia
Tipo: Anime
Episódios:25
Exibição: 2006/2007
Diretor: Rei Mano
Roteiro:Reiko Yoshida, Rika Nakase
Estúdio: JCStaff

O Instituto de Pesquisa Psíquica Shibuya é um escritório dirigido por Shibuya Kazuya, ou Naru, e estuda casos paranormais. Seu trabalho é investigar cientifica e minuciosamente fenômenos psíquicos a pedido de clientes. Um dia, Taniyama Mai, aluna do ensino médio, causa um acidente e Lin, assistente de Naru, se machuca. A partir daí, Mai começa a trabalhar no escritório como a nova assistente de Naru; apesar de não se entender nem um pouco com ele. Fantasmas, espíritos, maldições e exorcismos em massa… Nesse misto autêntico de horror e mistério, os membros do Instituto e seus mais novos ajudantes: a sacerdotisa Matsuzaki Ayako, a médium Hara Masako, o padre John Brown e o monge Takigawa Houshou, irão resolver inúmeros casos incrivelmente bizarros com muita reza e muito bom humor.

Ghost Hunter é originalmente uma série de light novel, intitulada Akuryo Series (悪霊シリーズ). A série foi escrita por Fuyumi Ono e ganhou uma adaptação para mangá, que já se encontra finalizado em 12 volumes.
Confesso que escolhi essa AMV só pela trilha sonora ^.^

Com uma trilha sonora tenebrosa e episódios que pedem para serem assistidos de madrugada, Ghost Hunt é um anime que me deixou um pouco preocupada quando o coloquei na lista. Pois fiquei pensando em qual seria a melhor abordagem para ele, sei o deixar com cara de anime clichê. Porque essa preocupação? O anime segue a mesma cartilha de séries como Jigoku Shoujo, Seikimatsu Ocult Gakuin e Supernatural (a série). São séries episódicas, que mostram normalmente um caso por capitulo, no máximo dois até chegar á seu desfecho final. Mas Ghost Hunt consegue se apresentar melhor que Jigoku, até mesmo por que os dois animes trabalham com o terror de formas completamente opostas. Esse anime se aproxima bem mais de Supernatural e os casos são tão interessantes quanto. 


Acho que o grande trunfo de Ghost Hunt foi saber se desvencilhar do sobrenatural. O que eu quero dizer com isso é que o roteiro não fica preso á essa tema, se tornando assim limitado. De uma forma sutil o diretor conseguiu trabalhar bem o lado emocional dos personagens, de modo que todos são tão interessantes e importantes como Shibuya. O suspense se encontra presente desde os primeiros minutos do anime até o último episódio do anime, onde os "porques" e "como" fica pairando na cabeça de quem esta assistindo. O anime nos leva a duvidar se aquele caso é realmente obra de alguma entidade sobrenatural ou não, quem estaria por trás dos estranhos acontecimentos? E no meio disso tudo, se você é viciado em ocultismo, vai se sentir representado no anime e até poderá aprender bastante coisa. Ghost Hunt é algo que Seikimatsu alvejou  alcançar e não conseguiu, mesmo tendo todo um potencial. Afinal, falar sobre a temática sobrenatural com uma dose de comédia é algo que muitos animes tentam, mas poucos conseguem um resultado satisfatório. 

Em Ghost Hunt você será capaz de se pegar rindo das caras e bocas da Mai e até mesmo sentir um calafrio percorrendo pela espinha em alguns dos casos onde o ambiente se torna sombrio e fantasmagórico.  


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07-Le Portrait de Petit Cossette - (コゼットの肖像)
- Romance e terror, com um toque de tragédia, adoro claro ^.^
Nota: 7

Gênero: Terror, Romance, Psicológico
Tipo: OVA
Episódios:3
Exibição: 2005
Diretor: Akiyuki Shinbo
Estúdio: Daume , Aniplex



Eiri é um ajudante em uma loja de antiguidades. Um dia, ao desempacotar um copo antigo, ele começa a ter visões de uma bela garota dentro do copo. Com o tempo, ele acostuma-se com o acontecimento e o fato de que apenas ele tem tais visões. Depois de exames médicos e psicológicos, tudo parece normal, até que um dia a garota sai do copo e faz um pacto de sangue com Eiri, ela é Cossette, que morreu assassinada pelo noivo decadas atraz.

A história do anime ganhou uma adaptação em mangá pelas mãos de ASakura Katsura, que rendeu dois volumes, lançados em 2004.


Le Portrait of Petit Cossette consegue ser um otimo anime de terror psicológico, que agrega muitos elementos psicodélicos. A trama se desenvolve de forma agil e cenas possuem seguências rápidas, juntando fatos que ocorreram no passado com os acontecimentos do presente. A fotografia do anime é toda sombria e os personagens são o mais próximos possiveis (claro né Claúdia) da realidade, sem ser caricatos, além do fato de serem otimos. Cossette consegue passar a emoção exata para esse tipo de personagem, sem deixar de ser assustadora.


A trama gira em torno de Eiri e Cossette e a relação que existe entre eles e uma ligação que tiveram no passado...ou melhor dizer, outra vida. A história contém um grande mistério, muitos "porquês", o suspense vai aumentando de forma consideravel até atingir seu climax no último episódio. Os personagens secundarios também tem um papel importante na trama e quando o suspence atinge seu climax, dando lugar ao terror e envolvendo á todos até seu desfecho inesperado, mas ainda sim...meio broxante.


Esse é aquele tipo de anime que é bom...daqueles animes que precisam fazer parte da sua listinha de animes já vistos, mas que por algum motivo, não chegam nem perto de estar no top 10 da lista de pelo menos 85% das pessoas que o assistiram. A Desciclopédia não é pra se levar a sério e bobo de quem se exalta por nada, deixarei aqui uma trecho que achei bem engraçado e que nem esta tão longe de ser verdade: "Le Portrait de Petit Cossette é mais um daqueles animes que absolutamente ninguém entende nada devido ao nível de drogas que o autor fumou ao elaborá-lo, com as ideias florescendo graças a essas substâncias ilícitas o cara decidiu tentar fazer algo psicodélico, pena que só ele entendeu o que escreveu, resultando num anime/mangá que apenas confundiu os que o acompanharam e que essas pessoas só dizem que gostaram para pagar de cults." -HAHAHA, digo que fiquei perdida após o final, mas nada que uma boa pesquisa e cabeça fria pra tirar quaisquer dúvida. :)

"Quem me amaria tanto, a ponto de renunciar sua própria vida? Se alguém se afogasse no mar por minha causa... Nesse instante eu seria libertada dessa pedra. Devolvida à vida. Poderia voltar a viver. Mas... se algum dia eu fosse trazida de volta à vida pela pessoa mais querida que possuo. Nessa hora, eu ia chorar solitária. Choraria só, procurando pela minha pedra.

Mesmo que meu sangue fosse tão doce como vinho, quão admirável seria? Afinal, não posso trazer de volta das profundezas do oceano a pessoa que mais me amou."

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08-Ayakashi Japanese Classic Horror -(怪)
- Antigas histórias de terror japonesas. Otimo para se assistir mas sem grandes pretenções.
Nota: 6,5
Gênero: Suspense, Terror
Tipo: Anime
Episódios:11
Exibição: 2006
Diretor: Hidehiko Kadoka
Roteiro:Chiaki Konaka
Estúdio: Toei Animation


Este é um anime dividio em três histórias:
-Yotsuya Kaidan: Conta a história de um autor de historias de terror que, já com seus 70 e poucos anos, resolve dar mais suspense em seus contos. A história é de uma esposa traida por seu marido e que busca vingança mesmo depois de morta. 
Para mim a melhor história, mesmo que tenha um começo meio parado demais. Seu desenvolvimento é um pouco lento, o que pode causar a impressão de que não seja realmente uma história de terror, mas logo no segundo o episódio, a trama vai ganhando corpo e o resultado final é maravilhoso. 


-Tenshu Monogatari: É uma história de amor proibido entre uma deusa e um humano. Onde eles terão que lutar para conseguirem ficar juntos. 

É a história mais fraca em termos de terror, como eu adoro contos de amores proibidos, não teve como eu não gostar. Mas para quem não viu, não precisa se assustar, mesmo sendo fraca, ainda temos elementos basicos do terror. As deusas em questão, são chamadas de deusas esquecidas e são vistas como fantasmas pelos camponeses. E sabem do que elas se alimentam? De carne humana.


-Bakeneko: E por último temos a história de mistérioso mostro-gato que visita uma familia escandalosa, mas quais seriam seus reais motivos e porque ele espalhou amuletos pela casa? O fato que é que há um demônio quereando acabar com todos da familia e tudo parece estar interligado de alguma maneira.

Esse consegue ser um conto bem mais no clima de terror que o segundo. Mas o terror ali se encontra mais visualmente e estar longe de ser algo que possa assustar alguém, está mais voltado para o lado psicólogico, mas nada dark ou sombrio, pelo contrário. Não foi uma história que me interessou tanto, mas gostei bastante do último episódio que conclui a série. Monoke consegue ser muito carismatico.


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09-Kakurenbo - ( カクレンボ)
- Muito cuidado quando for brincar de pique-esconde.
Nota: 6

Gênero: Terror, Mistério
Tipo: OVA
Episódios: 1
Exibição: 2004
Diretor: Shuhei Morita
Estúdio: CoMix Wave, Yamatoworks



Kakurenbo é um jogo do esconderijo, que se joga cerca das ruínas de uma antiga cidade deshabitada. Os meninos desaparecem um por um, a cada vez que participam, e se diz que os culpados destes desaparecimentos são fantasmas ou demónios.

Uma noite, um menino chamado Hikora decide participar e entrar ao território proibido de Otokoyo para procurar a sua irmã, um dos meninos desaparecidos no jogo. Ele e outros 7 meninos devem se pôr suas máscaras de zorro e se abrir passo através de callejones e ruínas; e como se fosse pouco, também devem fugir dos demónios que os perseguem.


Esse é um curta metragem, desenvolvido e orquestrado por Makoro Shinkai. É de apenas um episódio de 25 minutos, lançado em 2005 pela Comix Wave e responsável por projetar a carreira de Makoro Shinkai, o sucesso foi tanto que ele pode lançar o longa-metragem "Beyond the Clouds".

O visual do anime é deslumbrante, ainda mais se pensarmos que foi feito á baixissimo custo. A trama é muito bem bolada, fazer histórias em cima de lendas urbanas e jogos sinistros, se bem feito, não da outra á não ser o sucesso. Com um clima de terror que pode ser angustiante para alguns, chegando quem sabe á dar um frio na espinha, não há muito o que se queixar do anime. Só que eu prefiro quando o terror é retrato de formais menos convencionais, brincando com meus sentidos, ruidos, silencio, sussurros...brincar com o psicológico da pessoa é muito mais assustador do que monstros ou demônios. Mas isso vai de cada um.

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10-Petshop of Horrors (ペットショップ オブ ホラーズ)
-"Uma vez que você prove, nunca mais poderá viver sem ele. Esse é o gosto do chamado amor." (Conde D)
Nota: 5

Antes de mais nada, sem piadinhas comparando Conde D ao Michael Jackson (qqq).

Gênero: Horror, Drama
Tipo: OVA
Episódios: 4
Exibição: 1999
Diretor: Toshio Hirata
Roteiro: Yasuhiro Imagawa
Estúdio: Madhouse


A história tem inicio numa pequena loja de animais de estimação que fica no meio de Chinatown. Um lugar onde as pessoas podem comprar o amor, a esperança e o sonho, que estão personificados em um animal que poderá levar para casa. Para uma alma desesperada, tais criaturas podem significar o mundo. Para levar o animal para casa, é preciso se assinar um contrato apresentado pelo conde D, propiétario da loja. No entando, mesmo sendo apenas 3 regras apresentadas no contrato, podem ser mais dificeis de se seguir do que se pode pensar inicialmente.

Videoclip oficial
Originalmente, Pet Shop of Horrors é um graphic novel de horror e que também ganhou adaptação em mangá, criado por Matsuri Akino. Seu demografico é Josei. O foco da série é o excêntrico conde D, propietário de um pet sho misterioso localizado no coração de Chinatown. Conde D é um personagem muito interessante, charmoso, atraente e mistérioso. Os animais que ele vende na loja, todos tem aparência humana inicialmente. Á cada venda, um novo contrato é feito com três regras que não devem ser quebradas ou resultará em terriveis e pertubadoras conseguências para o comprador. 

AMV ,muito bom. Recomendo.

É um anime muito interessante e que consegue manter o suspence de forma satisfatória, como poucos de gênero de horror conseguem. Como dito em uma resenha que eu li, muitos preferem entupiar a história de monstros asquerosos, que conseguem ser mais idiotas que assustadores. A narrativa é empolgante e os casos apresentados conseguem prender quem está assistindo, o clima é dark e a trilha sonora é de primeira. Engraçado que esse é aquele tipico anime dos 90, fato que da para perceber no traço e nas músicas, se assemelha muito a aqueles filmes de vampiro dessa mesma epoca (claro, há um boato que no mangá o conde D se revela um vampiro, mas ele seria vegetariano...), quem assistiu Vampire Princess Miyu logo irá notar isso.
O androgeno Conde D, lindo (*-*)

Não acho que Pet Shop Of Horrors se enquada no gênero terror, mas tem bastante elementos de horror, as histórias apresentadas muitas vezes são ofuscadas pela natureza tragica de cada conto. Quem gosta de horror e esta acostumado com sangue e gore, pode se decepcionar pois o foco aqui é outro. Um curiosidade é que cada episódio começa com a letra D. Eu diria que, particularmente, o único ponto negativo é não ter sido abordada a história de Conde D, claro que levo em conta o número de episódios que o anime teve e que provavelmente foram só para fazer propaganda para o mangá. Diria que conde D é para Pet Shop Of Horrors, o que Yuuko é para xXxHOLiC, alias, o enredo desses dois animes são bem parecidos...


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