A história se passa na pequena vila de Hinamizawa, em 1983. Um jovem só veio para a cidade como um estudante de intercâmbio. O menino de nome Maebara Keiichi. Keiichi começa a viver uma "vida simples", nesta cidade rural onde rapidamente namoradas. Seus quatro companheiros de sala, muito bonito tudo: Mion, Satoko, Rika e Rena (da esquerda para a direita na imagem) rapidamente fez sua primeira classe amigos e companheiros de brincadeira na aldeia, onde se divertir de uma maneira bastante simples e inocente.
Depois foi a vez de a série melhor segundo de 2006, depois de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu, passando pelas minhas mãos lol XD. A premissa é simples: meninas bonitos doces como lolis, mas que, basicamente, pior do que Hannibal Lecter ... que medo ... (Continuação)
Isso mesmo senhoras e senhores, não ser guiado por rostos bonitos ou terminou mal. Esta série realmente ensina a não confiar em qualquer pessoa com um belo sorriso. Higurashi não Naku Koro ni (traduzido seria: "Onde o grito cigarras ...") é uma série de sangue em segundo plano, assim como Elfen Lied, desta vez cheio de reviravoltas psicológicas (pelo menos Lucy não era louco, mas buscou vingança, mas ... aqui está maluco-__-''), mas que por sua vez combina comédia e drama de uma forma que o fez merecedor do título de melhor drama, deslocando gigantes como monstro e conhecida como Elfen Lied. A história tem suas origens em um eroge (já sabe o que é ;)), mas combinado com o hentai gore-sádico ...
Que diabos é isso?
As coisas parecem muito normal em Hinamizawa, mas nem sempre é o caso ... Keiichi começa gradualmente a descobrir um terrível segredo estava escondido no coração das pessoas comuns ... Aparentemente, alguns anos antes de sua chegada tinha empreendido a construção de uma barragem, que foi cancelado por problemas misteriosos ... Assim Keiichi descobre que a violência ocorreu durante a construção. Seqüestro e extorsão. Pessoas desapareceram. Cadáveres desmembrados ...
Lentamente a verdade começa a aparecer antes de Keiichi, como se o destino quiser salvar a sua vida ... e seus queridos amigos, com quem passou memórias inesquecíveis e muito entretenimento em Hinamizawa, parecem ter alguma conexão com o culto do deus Oyashiro-sama ... e não são tão bonitos e inocentes como parecem ser ... Agora começa a batalha de Keiichi para salvar a sua vida, enquanto abrindo caminho através de terríveis segredos e mistérios que se escondem os seus amigos queridos, o povo de Hinamizawa e seu Deus, o terrível Oyashiro-sama ...
O enredo desta grande história é complicada em cada episódio, e dar mais do que uma respingos. Os primeiros episódios são muito engraçados e apresentadores ... mas enquanto ele se aprofunda cada vez mais Hinamizawa Keiichi história ... que por sua vez, diversão e alegria em pânico e terror ... O curioso é que ele tem diferentes "arcos" ou histórias paralelas. Porque dependendo do arco vemos, vemos a história com variações interessantes que nos fazem aprender um pouco mais a cada personagem. Excelente série com uma "obra-prima", que foi antecipada para muitas séries do tipo ... (Para mim, batidas apenas Gantz, e por pouco). Verdadeiramente um acessório que pode ser projetada próximo ciclo 2007-I das mãos de crianças de Anime-H aqui na Universidade. Veja você, e cuidado com as meninas bonitas ...
RANKING: --9.7/10-- "Masterpiece" / Sua perfeição não pode ser descrita em palavras ...
Olá pessoinhas, desde que terminei de assistir o anime de Higurashi (e isso já ta fazendo aniversário), sempre quis assistir o live action. Baixei o filme mas acabou que acabei me "esquecendo" dele, e como já havia feito falado sobre personagens assustadores, mangás e animes de terror, vi que seria uma ótima de não apenas assistir os dois filmes da franquia, como também comentar sobre o mesmo aqui. Higurashi no Naku Koro Ni, ou simplesmente Shrill Cries of Summer ( Gritos agudos no verão), nome que ele recebeu nos EUA. Agora, o porque de não manterem When They Cry (nome da série em anime por lá), eu não faço a menor idéia.
O filme se baseia no arco Onikakushi-hen, que é onde tudo começa, tanto no jogo, quanto nas adaptações para anime e mangá. Keiichi se muda de Tóquio para a pequena cidade de Hinamizawa e lá fica amigo de Rena, Mion, Rika e Satoko. Mas estranhos acontecimentos começam acontecer após o festival Watanagashi e Keiichi suspeita que suas amigas conspiram contra ele. Mas se você conhece Higurashi, já deve saber do que se trata, certo? E se você assistiu ao anime, ao assistir esse filme, notará que ele foi muito fiel á trama. E eu não sei se os puristas estão certos quando dizem que otaku só sabe reclamar, mas...o fato de que Ataru Oikawa (diretor do filme), chupou e copiou toda a trama do anime, deixou o filme muito previsível e chato de se acompanhar. Agora some isso a uma péssima atuação dos atores e uma falta de ousadia de Oikawa, que o resultado será um filme que fica abaixo, até mesmo de qualquer filme trash do Zé do Caixão. Eu estou falando sério, Goki Maeda, que interpretou o Keiichi, me fez sentir vergonha alheia. Será que o cachê oferecido foi muito baixo? Acho que sim, o que pode ter sido um erro, pois intregar o principal personagem da trama nas mãos de um ator como ele, é pedir para que o filme seja um fracasso. E de fato, parte da responsabilidade é dele. A atriz que interpreta a Rena, também se mostrou bastante insegura nesse primeiro filme, mas ela ainda consegue se sair um pouco melhor. Outra coisa que eu preciso destacar, é o fato de que, Ooishi consegue ser tapado e lesado em todas as versões de Higurashi.
Sem dúvidas que, o fato do filme ter "tentado" ser fiel á obra, deveria ser uma coisa boa. Mas tenho que dizer, que não basta copiar, tem que saber adaptar da melhor maneira possível. E depois que uma história é contada diversas vezes, ela acaba se tornando repetitiva e sem graça, ai é que deveria entrar o fator originalidade. Mas enfim, vou parar de trollar o filme e fazer mais elogios. Mas não vai ser para esse e sim para a seqüência:
Shrill Cries 2 - Reshuffle, ou simplesmente; Higurashi no Naku Koro Ni Chikai
Sei que não deveria, mas mantive boas expectativas sobre esse filme, devido as boas criticas que já tinha lido sobre ele. E felizmente não me decepcionei, o filme cumpre o que promete, mas claro, ainda é um filme limitado, mas que se comparado ao primeiro, faz parecer que são agua e vinho. Dessa vez o arco adaptado foi Tsumihoroboshi-hen, que é um capitulo solução para Onikakushi-hen e tem como destaque, a Rena (a garota do cutelo assassino). E ao contrário do Goki Maeda, a interprete de Rena, Airi Matsuyama, consegue segurar bem a responsabilidade de ser a protagonista e diferentemente da primeira versão do filme, neste ela consegue dar vida a personagem e conseqüentemente transmitir uma certa emoção para quem assiste. Mas na minha mais humilde opnião, a melhor atuação foi de Rin Asuka, interprete da Mion Sonozaki. Fato este, que me deixou curiosa sobre um possível filme, baseado no arco em que ela é protagonista, ela e Shion (claaaaaaro :P).
Mas falando especificamente sobre esse filme, ele conseguiu ser fiel á obra e ser original. Conseguiu entrar um pouco mais na atmosfera de terror que Higurashi transmite nos momentos mais paranoicos, mas continou pecando na caracterização dos personagens. Logicamente que, ninguém em sã consciência iria exigir que os atores fizessem cosplay dos personagens, mas algumas características sutis, seria importante terem deixado. Os efeitos especiais nem são ruins, mas em certos momentos, fica parecendo coisa de amador. A cena da personagem Miyo Takano (que não faço idéia do nome da interprete) rindo em certa parte do filme, me fez lembrar dos velhos tempos da Usurpadora no Sbt, e eu não estou zuando ein. A lente vermelha que foi colocada, quando Rena e sua madrastra (que na verdade é uma biscate) Ristsuko, se "pegam" no lixão da cidade, foi algo bem tosquinho, um filme lançado em 2009, ultilizando um truque desses pra encobrir a falta de verba e critividade...Anyway, o filme se salva mesmo com essas e muitas outras baixas.
Nessa seguência indireta do filme, vemos que Rena começa a passar por situações similares a que Keiichi passou no primeiro. Ela começa a desconficar que seus amigos conspiram contra ela, e não vai ser spoiler algum eu dizer que, ela se encontra paranóica, uma vez que o filme segue uma dinamica diferente do anime e isso já fica claro desde o inicio. Rena contraiu a Sindrome de Hinamizawa, nivel 03 e começa a viajar na maionese, deixando um rastro de sangue por onde seu cutelo passa. E é nos momentos de tensão que Airi Matsuyama (Rena) consegue atuar em um nível bem acima da média e o clima vai ficando mais intenso e instigante. Goki Maeda só foi exigido nos momentos finais e conseguiu não prejudicar o andamento do filme. As atrizes que fizeram a Rika e a Satoko, entraram mudas e sairam com meia dúzia de palavras.
Outra coisa muito legal, foi que aumentaram o blood, agregaram partes de outros arcos e pode se dizer, que fizeram um final original. Mesmo o filme se baseando em um arco de solução, não espere por respostas, até mesmo porque não foram deixadas nenhuma pergunta pelo caminho e se foram, respondidas serão até o fim do filme. No final, deixam a possibilidade para um próximo filme, fato que talvez explique a presença de Takano Miyu. Eu termino por aqui e no mais, para quem é fã de Higurashi, tosco ou não, assistir qualquer um desses filmes é questão de sobrevivência, você não quer ver Oyashiro-samabravo né?
Curiosidade: temos um Power Rangers no elenco, Kotaro Tanaka, que interpreta o Irie.
Título Original: Higurashi no naku koro ni
Gênero: Horror
Lançamento: 2008
País de Origem: Japão
Duração: 106 min
Direção: Ataru Oikawa
Título Original: Higurashi no naku koro ni: Chikai
De uns dias pra cá eu tenho ficado com insônia. Mesmo quando chego muito cansada da faculdade. Mas quem é que quer saber da minha particular? Essas páginas abaixo surgiram justamente minha insônia. Não é nada demais, mas aqui se encontra presente duas coisas que eu gosto. A primeira é de ficar brincando com programinhas de edição. Eu perco horas nisso e sempre me sinto culpada, por perder horas do meu tempo em algo tão inútil, mas me dá prazer e é isso que importa. A segunda é o mangá Franken Fran. Na verdade, nem acho que eu goste tanto assim de Franken Fran, se eu fosse fazer uma lista, dificilmente ele estaria entre os 10 primeiros. Pode não ser tanto assim, mas é um mangá que eu curtir acompanhar e fico realmente feliz de ter concluído uma boa leitura.
Franken Fran chegou ao fim este ano, com 8 volumes ao todo, depois de se publicado nas páginas da revista shounen Champion Red (Akita Shoten), casa de Saint Seiya Episode G e Shigurui. Você já imaginou se o monstro do romance de Frankenstein fosse uma linda garota, mas com as habilidades do Dr. Black Jack? Franken Fran, de Katsuhisa Kigitsu (é homem, gente), aborda o lado da ciência marginal. Conhecida como Ciência Fringe, que é como se define ideias abordadas em um campo de estudo que foge dos limites ortodoxos da verdadeira Ciência, como por exemplo, viagens no tempo. Com isso, grande parte da ciência presente em Franken, é verdadeira, a outra é algo que foge completamente para o campo teórico e especulativo. Mas Katsuhisa nunca deixou que sua história se tornasse um projeto acadêmico, nem mesmo sua personagem principal, Fran Madaraki, é o grande centro das atenções. Pelo contrário, ela sempre foi o catalizador de tudo.
Franken teve diversas histórias geniais, outras nem tanto. Histórias com desfechos meio tristinhos, hilárias, contemplativas e inusitadas, formam o excêntrico cardápio desta obra. De todas as histórias, a que mais me marcou foi a do capítulo 2. Não pela história em si, pois o mote em Franken Fran é sempre algo meio reflexivo, onde a ação sempre parte da atitude intempestiva de algum personagem. Seres humanos querem ter seus desejos concedidos, não importando o quê, mas se esquecem de que a vida tem suas próprias regras. Mas foi hilário ver a reação da garotinha, que acabara de acordar em um corpo de centopeia. Também é o quadro preferido do autor, segundo ele mesmo. Katsuhisa sobre trabalhar essa dualidade humana muito bem em seus personagens. Mesmo a Fran, que é um amor de personagem, sendo quase impossível não se encantar por ela, não é completamente boazinha. Ela faz o que ela acha que é certo, muitas vezes ignorando os efeitos de seus atos. A maneira de pensar da Fran é interessante. Toda vida é preciosa. Se o cérebro funciona, então ela pode fazer a cirurgia, não importa o tipo de aberração que a pessoa irá virar.
Franken Fran pode ser comparado a um livro cabeceira. Sempre dá pra voltar ali e abrir em alguma parte e se satisfazer. Discordo de quem diz que Katsuhisa pouco arriscou e não aproveitou todo o potencial da obra. Acredito que ele foi, além disso, e se deixou experimentar. Provavelmente, ele foi o que mais se divertiu nessa história toda, se utilizando de toda sua criatividade. E com tantos personagens de personalidade marcantes, como a amável e silenciosa assassina, Veronica, guarda costas da Fran. É incrível como uma personagem tão ingênua e doce, possa se divertir matando daquela forma. Okita, o que talvez fosse aqui uma tentativa de ser o par romântico da Fran. Ele é uma cabeça humana, num corpo de cachorro. Sempre se mostrou adorável e sua interação com a Fran, sempre rendia risadas comedidas. Até mesmo a Adorea, uma personagem que passa a maior parte da história enfaixada, por ser constituída de centenas de tentáculos. No fim das contas, depois de tantas histórias, é impossível não sentir afeição por aqueles personagens. Por isso, o último capítulo de Franken Fran soa tão nostálgico e termina na parte onde todos aqueles que acompanhariam, ansiavam. Terminou da mesma forma que começou; Ou seja, em algum momento randômico. E você pode enfim fechar a página e soltar um sorriso. Afinal, valeu a pena todos os 8 volumes, até então.
“Neste mundo, não há nada pior do que ser separado de um amigo querido. Alguns podem dizer que é uma ‘doce tristeza’, mas da mesma forma que me sinto ferida, tristeza é tristeza - doce ou não, ainda é deprimente.” – Blog da Naho Saenoki
Corpse Party The Anthology: Sachiko no Ren’ai Yuugi ~ Hysteric Birthday 2U(amicow, na minha curta vida como otakinha, tenho a impressão de que os nomes dessas séries repletas de otakices têm ficado cada vez maiores) ou simplesmenteCorpse Party: 2U, é um game spin-off da desenvolvedora GrisGris, baseado em seu grande sucesso; Corpse Party, um game para a plataforma PSP, que nasceu de um simples RPG Maker, mas que foi crescendo, crescendo, até ganhar diversas sequelas e histórias paralelas para várias mídias. Considero Corpse Party como sucessor natural da franquia Higurashi, só que com muito mais potencial, se bem explorado.
Imagem do game
"Shiawase no Sachiko (Sachiko of Happiness/Sachiko da Felicidade)" é um amuleto de sorte e azar do folcore japonês, onde reza a lenda, de que se um grupo de amigos rasgarem ao mesmo tempo um pedaço da “boneca” de papel, eles nunca irão se separar, e mesmo distantes, estarão sempre juntos. Na história original, um grupo de personagens (não apenas estudantes) ficam na escola depois das festividades que marca a despedida para alguns deles, e então fazem uso desse ritual. O que não resolve muito, uma vez que todos acabam presos no interior da escola, indo parar em um universo paralelo, onde são divididos em grupos de 2, com cada qual tendo que lutar pela sobrevivência, ao mesmo tempo que procuram uma forma saírem dali antes que percam por completo a sanidade.
Imagem do game
No contexto da série, Sachiko foi uma dos milhares, entre estudantes e funcionários, que foram vítimas da história de sequestro e assassinato em série na escola, no ano de 1953, tornando aquele ambiente amaldiçoado (BUUUUHHHHH), contendo o espirito de cada uma das 1973 vítimas. Eu não sei muitos detalhes sobre o spin-off, mas a ideia básica é investir num mix de terror, horror, comédia romântica repleto de otakices, e fanservice, bastante fanservice. Teremos 2 personagens novos [Ran Kobayashi e Azusa Takai ] e segue o mesmo esqueminha da recente visual novel da Key, Rewrite, com vários escritos convidados. E sabemos que, algo em que muitos põe a mão, nem sempre resulta em um produto uniforme e coeso.
Corpse Party Missing Footage por sua vez, é um OVA/bônus de curta duração, que veio junto com o game. A história é um prologo, mostrando o cotidiano de Mochida Satoshi e seus colegas, antes de irem para a escola e ficarem presos num universo à lá Caverna do Dragão. Além disso, o OVA trás flashbacks do que ocorreu em algum momento da história da Heavenly Host Elementary School, com a série de sequestros e assassinatos que ocorrera, com a Sachiko como uma alma perdida vagando entre tempo e espaço, observando.
Por um momento pensei que fosse aqueles hentais de estupro
Assim como aconteceu com Mirai Nikki, em 2011, que ganhou um prologo de curta duração [basicamente um trailer de 5 minutos], eu acredito que possamos ter boas noticias acerca de Corpse Party virando série de tv daqui a algum tempo. Esses lançamentos em forma de bônus para consumidores do produto original, sempre deixa certa desconfiança, mas acredito que o salto final de Corpse Party Missing Footageseja bem positivo para quem é fã. O gore é o subgênero mais famoso e alardeado do terror, onde, em meados dos anos 80, as produções com predominância para o sangue se tornaram mais populares do que histórias “assustadoras” – Sempre com vísceras, pus, amputações, RAPE e uma série de parafílias. A ideia é justamente essa, ser trash e causar asco.
Com os primórdios dos anos 2000, onde com Cowboy Bebop, vimos como o conceito do moe já se tornara comum mesmo em séries focadas num público alvo médio, o traço se torna mais arredondado e o lado “fofo e bonitinho” acaba ganhando mais destaque. Mesmo em séries de horror [no sentido de causar asco].
Corpse Party, de 1996, pegou esse boom, de uma forma até mais hardcore, com violência sexual e personagens muito novas, expostas visualmente. Corpse Party Missing Footage é um pouco menos sério que o material original, mas tão violento quanto, com sangue das garotinhas jorrando alto, gritos desesperados, som do esquartejamento, tudo muito sadicamente bonito – Infelizmente, apenas nos primeiros minutos, e com forte censura. O que eu até entendo, apesar de ficar revoltada, afinal, as personagens são muito novinhas. Se na exibição original, Higurashi já causou grandes polêmicas no Japão, onde um doido pegou um cutelo e saiu fuzilando, achando que era o Chuck Norris (!), fazendo brotar uma discussão sobre a possível influência da série. O conteúdo de Missing Footage tem potencial para reacender a polêmica [que volta de tempos, em tempos].
Não dá pra dizer se as torturas são criativas ou não, afinal, é um imenso borrão preto na tela. A sequência é fraca, com um pouco de fanservice ecchi, e a introdução do jogo da Sachiko [com os personagens Yoshiki Kishinuma e Ayumi Shinozaki] que será o estopim para que todos fiquem perdidos dentro das dimensões da escola. Foram apenas 10 minutos, mas o diretor Akira Iwanaga (Tegami Bachi) foi bem feliz ao passar o feeling certo nos momentos de tensão. O ponto fraco é a impressão que fica que poderia ser melhor se a produção fosse um pouco mais longa e caprichada, resultando em algo muito melhor – Apesar de, particularmente, eu ficar um pouco incomodada com a pitada forte de moe, que acaba ficando mais evidente devido ao fato de estarem retratando o cotidiano dos personagens. Logo, teremos a sequência, intitulada Corpse Party: Tortured Souls, e sinceramente espero algo com um clima mais obscuro que foi este trailer. Recomendado somente para fãs do gênero.